terça-feira, 14 de julho de 2015


Chegou o grande dia!!!

Somente hoje consegui escrever minha reflexão sobre como aconteceu o nosso tão esperado e temido Workshop de avaliação! 

Minhas colegas, assim como eu, estávamos muito ansiosas para este acontecimento. Porém, para nossa surpresa e satisfação, tudo ocorreu de uma forma muito agradável, o grupo no qual eu estava inserida era muito bom, todas focadas e comprometidas em dar o seu melhor. Me identifiquei com as minhas colegas, profissionais que, como eu,  trabalham por um mesmo objetivo: a busca do melhor para nossos alunos e o caminho a ser percorrido na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Agradeço ao Professor Rafael Arenhaldt e a tutora Vanessa Sozo, que foram muito atenciosos e conduziram de forma fantástica o nosso encontro.

Que venham os próximos! 
Nesse período, estarei estudando e buscando a superação, frente a cada encontro, sempre em busca do meu melhor. 











quinta-feira, 2 de julho de 2015


Filme

Somos todos diferentes



A tarefa de assistir ao filme faz parte da interdisciplina de Escola, Cultura e Sociedade. Me emocionei, aprendi e "vivenciei" o filme. Em determinados momentos, queria estar lá... ajudar aquela criança de alguma forma, salvar aquela "estrela na terra". Um momento de grande reflexão, onde a sensibilidade e a percepção ficaram a "flor da pele". 
Um lindo filme, voltado principalmente a nós professores, que convivemos com crianças que demonstram atitudes como as que vi no filme, comportamentos e dificuldades na aprendizagem, fazendo com sejam rotulados, esquecidos, sofrendo preconceito por parte de professores e, principalmente dentro da família, onde não são compreendidos. Vejo que, assim como no filme, essas crianças têm condições e chances, desde que, estimuladas e trabalhadas, dentro do seu ritmo, respeitando o seu tempo. Devemos estar atentos, criar  oportunidades para que essa criança se expresse de outra forma, que o aprendizado aconteça da forma que for conveniente a ela. 
 A escola e a família, precisam estar atentas e unidas, para que casos como o do menino Ishaan, não passem despercebidos, para que crianças como estas tenham a chance de expressar suas habilidades, demonstrar seu sentimento. Acredito que todos nós, somos portadores de alguma habilidade extraordinária, basta sermos trabalhados. Porém, para que essa, venha à tona, precisamos de uma oportunidade, de uma chance.