quinta-feira, 26 de maio de 2016


Importância de trabalhar Música, Parlendas e Trava-línguas na escola


Música


A música desenvolve a mente humana, proporciona estado agradável de bem–estar. Desenvolve também o raciocínio. Música é expressão dos sentimentos, pode nos auxiliar nos momentos tristes, felizes e até nos momentos de ansiedade.
Acredito que a música faz parte da nossa vida. Quem não tem sua trilha sonora?


Exemplo de música que trabalho com as crianças. Elas adoram!!!

Lá vem o pato 
Pata aqui, pata acolá 
La vem o pato 
Para ver o que é que há 

O pato pateta 
Pintou o caneco 
Surrou a galinha 
Bateu no marreco 
Pulou do poleiro 
No pé do cavalo 
Levou um coice 
Criou um galo 

Comeu um pedaço 
De jenipapo 
Ficou engasgado 
Com dor no papo 
Caiu no poço 
Quebrou a tigela 
Tantas fez o moço 
Que foi pra panela






Parlendas

Versinhos com temáticas infantis, recitadas em brincadeiras de criança. Possuem rima fácil. Fazem parte do folclore brasileiro. Representam importante tradição cultural do nosso país.
Exemplo de parlenda:

Um, dois, feijão com arroz. 
Três, quatro, feijão no prato. 
Cinco, seis, chegou minha vez 
Sete, oito, comer biscoito 
Nove, dez, comer pastéis. 









Trava-línguas

Frases difíceis de ler ou repetir. Usadas em brincadeiras populares, tem ritmo fácil e rápido.
As crianças se sentem desafiadas a dizê-los sem errar.









Diferença entre Poema e Poesia


Poema


Texto formalizado em versos, estrofes, com recursos de linguagem poética: ritmo, sonoridade... Gênero textual com características de estrutura própria. Utiliza as palavras como matéria-prima, organizando-as em versos, estrofes ou prosa, ou seja, apresenta uma estrutura que permite defini-la como gênero.
A palavra poema é derivada do verbo grego poein, que significa “fazer, criar, compor”.
O poema abaixo, de Mário Quintana, é um belo exemplo desse gênero.


Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...





Poesia


Conteúdo poético que se pode encontrar no poema (conto, romance, novela), crônicas e até em obras de arte que não utilizam a palavra: num quadro, fotografia. Linguagem poética encontrada nessas obras que pode ser chamada de poesia. De modo geral, entende-se por poesia a emoção, o aspecto imaterial do texto.
Abaixo um exemplo do que pode ser caracterizado como poesia. Um belo quadro do pintor francês Claude Monet.




Woman with a Parasol, ou Mulher com guarda-sol, do pintor francês Claude Monet, um dos mais célebres pintores impressionistas do mundo.



Qual a importância de ensinar poesia, poema na escola?


Resumidamente, posso dizer que:
Ambos despertam a sensibilidade, favorecendo o prazer da leitura, a expressão da subjetividade, entre outros. O aluno lança mão de sua criatividade, encontra meios para se manifestar, provocando mudanças também na escrita.


domingo, 22 de maio de 2016


Libras


Sobre nossa primeira aula: achei muito interessante e esclarecedora. Meu conhecimento sobre a língua, até então, era superficial. Com a interdisciplina terei a oportunidade de conhecer e aprender sobre esta língua tão importante, pois hoje em dia, a inclusão é constante em nossas escolas e precisamos estar preparados. Durante a primeira aula aprendi também que  a expressão correta para uma pessoa não ouvinte é surdo. Confesso e acredito que, como a maioria das pessoas, não sabia como me dirigir, me expressar em relação a uma pessoa surda.
 Sobre inclusão, acredito que precisamos ter condições para receber esses alunos, ou então, serão apenas crianças depositadas nas salas de aula. Nós professores damos o melhor de nós, porém precisamos de suporte e recursos para trabalhar com estes alunos.
Com relação ao texto: Em defesa da escola bilíngue para surdos: a história de lutas do movimento surdo brasileiro, de Ana Regina Campello e Patrícia Luiza Ferreira Rezende, cito esta passagem, que, para mim, foi muito significativa.
Nós, os surdos, não queremos ser tutelados, queremos o exercício da liberdade pela forma e escolha linguística e cultural condizente com o nosso modo de viver e experienciar, de sermos surdos, diferente dos ouvintes. Somente nós, surdos, que sabemos o que é melhor para nós, da forma como precisamos ser educados, da forma como precisamos aprender, que é pela instrução direta em nossa língua de sinais, língua soberana da comunidade surda, que ajuda na formação da “Identidade Linguística da Comunidade Surda”, como garante e expressa a Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência (BRASIL, 2009).

Menciono esta passagem porque traduz realmente o que estas pessoas querem, relata a expressão do sentimento, o direito conquistado e que deve ser garantido.




                            O olhar sobre o "Diferente" 
                                                Nas tramas da Literatura Infantil
Convívio com os outros;
Convívio com as diferenças;
Alteridade, anormalidade, diferença, diversidade e identidade.

Após a leitura do texto: Nas tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre Personagens “Diferentes”, de Rosa Maria Hessel Silveira, concluo que a leitura me fez pensar no livro como material importante de reflexão, onde o que é dito confronta-se com o que é vivenciado.
Alteridade, anormalidade, diferença, diversidade e identidade. Abordagens e temáticas que apresentadas de forma positiva/ negativa, estimulam ou quebram barreiras e preconceitos.
Conforme o texto:
 aqueles que são “diferentes”, que a nossa sociedade não suporta: acostumada a viver uma vida sempre igual, onde o que importa é a máscara do não- é-comigo, essa mesma sociedade olha com maus olhos qualquer pessoa que expresse a inocência de seus sentimentos e de suas idéias.(...) O texto de Caio Ritter mostra que nem sempre as aparências são o melhor termômetro: reunindo-se aos outros “diferentes”, podem sonhar um mundo mais nobre, mais digno, e onde, enfim, é possível viver a plenitude dos sentimentos.
            Chamou-me a atenção o texto como um todo. A leitura é imprescindível para nós professores, porém, essa passagem do texto fez-me pensar de forma mais significativa sobre a nossa sociedade e o convívio com o “diferente”. Não podemos negar que é muito difícil trabalhar com crianças e pessoas que não aceitam o dito “diferente”. Em sala de aula, quando um aluno demonstra dificuldade de relacionamento, aprendizagem, convívio e, a presença da família é solicitada na escola, surge uma barreira muito grande para que o professor e a escola possam auxiliar essa criança, já que muitas vezes a própria família se omite e não aceita o “diferente”, deixando a cargo da escola o encaminhamento, a ajuda e o auxílio para essa criança. É muito triste, como educadora, assistir ao descaso das famílias, ver as pessoas usando a máscara do não- é -comigo.
Ainda relevante, cito um trecho das palavras finais da autora, onde ela afirma que:
mais levantamos questões do que as respondemos, talvez porque, precisamente, no momento em que vivemos, de tantas discussões sobre o “outro”, a “diferença”, a “diversidade”... , tenhamos perdido nossas parcas certezas prévias sobre o assunto.
            Realmente, quantas questões são levantadas acerca de assuntos tão importantes e tão presentes. A falta de conhecimento, vontade e parceria, torna a vida de muitas crianças, adolescentes e adultos um verdadeiro tormento e fracasso. Precisa-se ainda discutir..., tentar resgatar valores e buscar soluções para que não percamos também nossas crianças, junto com nossas poucas e prévias certezas, calcadas em verdades retrógradas.



sexta-feira, 13 de maio de 2016


           Contato com uma nova linguagem

LIBRAS

A curiosidade foi despertada após a primeira aula da interdisciplina de Libras. Meu conhecimento é superficial sobre essa linguagem, não tenho contato com pessoas surdas e ainda não trabalhei com nenhum aluno surdo.  Sei que pessoas surdas se comunicam através de sinais, porém não sei reconhecer e entender a linguagem. Espero que essa disciplina nos auxilie e capacite a ter um mínimo conhecimento, pois para nós educadores, é de suma importância termos contato com a língua. Afinal, podemos ter a oportunidade de trabalhar com um aluno surdo.
Com isso, encontrei na biblioteca da escola em que trabalho, um livro muito interessante. Conta a história de um indiozinho que não sabia falar e comunicava-se por sinais.

Segue um breve resumo sobre a história e a foto de capa.


O livro conta com variadas e diferentes histórias. Dentre elas, a que mais me chamou a atenção foi: O guerreiro da paz. A história fala sobre o nascimento de um indiozinho, em plena noite de tempestades e trovões, onde estes cessaram quase que por encanto quando o indiozinho veio ao mundo. Seu nome era Txá, o menino foi escolhido para ser o futuro chefe de sua tribo, porém, o menino não falava, já era adulto e isso começou a intrigar os membros de sua tribo. Diziam que Txá falava a língua da natureza, pois vivia rodeado de pequenos animais, conversava com as plantas, com os amigos e com todos os bichos por meio de sinais. O tempo passou e o pai de Txá, Tiçara, preocupava-se. Um dia, jovens guerreiros da tribo de Txá, sem querer invadiram o território de uma tribo desconhecida. A invasão foi considerada uma provocação de guerra. Muitos guerreiros das duas tribos foram mortos e feridos. Tentaram por várias vezes a paz, porém as tribos falavam línguas diferentes, não tinham como fazer um acordo. Txá, então resolveu ir conversar com a tribo inimiga, pediu proteção e ajuda aos deuses. Gesticulando, chamou os animais da selva para que o acompanhassem, e eles apareceram de todos os lados. Os guerreiros inimigos, escondidos, assistiram à cena. Foram correndo avisar ao chefe que havia um feiticeiro na tribo inimiga, capaz de conversar com a natureza. Txá chegou ao território inimigo sem armas, sem pintura de guerra e acompanhado apenas dos animais da selva. Os guerreiros adversários ficaram paralisados. Txá, por meio de sinais, mostrou que os homens, os animais e toda a natureza são filhos da mesma terra, e por isso deveriam viver em paz e harmonia. Assim, falando a língua universal da natureza, conseguiu convencer os outros índios a tentarem a paz. Naquele mesmo dia, as duas tribos dançaram e comemoraram a paz em volta da fogueira. A tribo, compreendendo a importância de Txá e de sua língua para a tribo e para a paz dos povos da selva, pediu a seu povo que todos aprendessem a língua de Txá e que ele fosse, a partir daquele dia, o novo chefe da tribo. O chefe da paz.





terça-feira, 10 de maio de 2016

Dia das Mães


Os alunos adoraram confeccionar cartões para homenagear suas mamães nesta data tão especial.




Pintaram, recortaram, escreveram frases e versinhos de amor. Tudo com muito capricho e carinho! Os cartões ficaram lindos!

















domingo, 8 de maio de 2016


Dia do Livro Infantil



Sempre pensando em estimular os alunos o gosto pela leitura, trabalho todas as semanas, na quarta-feira, o Projeto Tempo de Leitura, onde a escola para ao mesmo tempo para ler.

Com isso, confeccionei com os alunos marcadores de página, para que se sintam ainda mais estimulados a ler. Aproveitamos a data para realizar essa atividade, dia 18 de abril, Dia do Livro Infantil, data em homenagem a Monteiro Lobato, por ser a data de nascimento deste grande escritor de literatura infanto juvenil.