Libras
Sobre
nossa primeira aula: achei muito interessante e esclarecedora. Meu conhecimento
sobre a língua, até então, era superficial. Com a interdisciplina terei a
oportunidade de conhecer e aprender sobre esta língua tão importante, pois hoje
em dia, a inclusão é constante em nossas escolas e precisamos estar preparados.
Durante a primeira aula aprendi também que
a expressão correta para uma pessoa não ouvinte é surdo. Confesso e acredito que, como a maioria das pessoas, não sabia como me dirigir, me expressar em relação
a uma pessoa surda.
Sobre inclusão, acredito que precisamos ter condições
para receber esses alunos, ou então, serão apenas crianças depositadas nas salas
de aula. Nós professores damos o melhor de nós, porém precisamos de suporte e
recursos para trabalhar com estes alunos.
Com
relação ao texto: Em defesa da escola bilíngue para surdos: a
história de lutas do movimento surdo brasileiro, de Ana Regina Campello e
Patrícia Luiza Ferreira Rezende, cito esta passagem, que, para mim, foi muito significativa.
Nós, os surdos, não queremos ser
tutelados, queremos o exercício da liberdade pela forma e escolha linguística e
cultural condizente com o nosso modo de viver e experienciar, de sermos surdos,
diferente dos ouvintes. Somente nós, surdos, que sabemos o que é melhor para
nós, da forma como precisamos ser educados, da forma como precisamos aprender,
que é pela instrução direta em nossa língua de sinais, língua soberana da
comunidade surda, que ajuda na formação da “Identidade Linguística da
Comunidade Surda”, como garante e expressa a Convenção sobre Direitos das
Pessoas com Deficiência (BRASIL, 2009).
Menciono esta passagem porque traduz realmente o que estas pessoas querem, relata a
expressão do sentimento, o direito conquistado e que deve ser garantido.


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