domingo, 22 de maio de 2016


Libras


Sobre nossa primeira aula: achei muito interessante e esclarecedora. Meu conhecimento sobre a língua, até então, era superficial. Com a interdisciplina terei a oportunidade de conhecer e aprender sobre esta língua tão importante, pois hoje em dia, a inclusão é constante em nossas escolas e precisamos estar preparados. Durante a primeira aula aprendi também que  a expressão correta para uma pessoa não ouvinte é surdo. Confesso e acredito que, como a maioria das pessoas, não sabia como me dirigir, me expressar em relação a uma pessoa surda.
 Sobre inclusão, acredito que precisamos ter condições para receber esses alunos, ou então, serão apenas crianças depositadas nas salas de aula. Nós professores damos o melhor de nós, porém precisamos de suporte e recursos para trabalhar com estes alunos.
Com relação ao texto: Em defesa da escola bilíngue para surdos: a história de lutas do movimento surdo brasileiro, de Ana Regina Campello e Patrícia Luiza Ferreira Rezende, cito esta passagem, que, para mim, foi muito significativa.
Nós, os surdos, não queremos ser tutelados, queremos o exercício da liberdade pela forma e escolha linguística e cultural condizente com o nosso modo de viver e experienciar, de sermos surdos, diferente dos ouvintes. Somente nós, surdos, que sabemos o que é melhor para nós, da forma como precisamos ser educados, da forma como precisamos aprender, que é pela instrução direta em nossa língua de sinais, língua soberana da comunidade surda, que ajuda na formação da “Identidade Linguística da Comunidade Surda”, como garante e expressa a Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência (BRASIL, 2009).

Menciono esta passagem porque traduz realmente o que estas pessoas querem, relata a expressão do sentimento, o direito conquistado e que deve ser garantido.




Nenhum comentário:

Postar um comentário