sábado, 29 de junho de 2019


10ª Postagem


Na postagem realizada em junho de 2018, refleti sobre a importância do uso de temas geradores na prática pedagógica.
Recordar esta postagem é muito importante, pois meu estágio foi construído e realizado a partir desta perspectiva e proposta. A escrita do relatório de estágio e tcc, tem como base a reflexão ao período do estágio, as estratégias e ferramentas utilizadas a partir do uso de temas geradores e centro de interesse.
Minha desacomodação se deu desde o início do curso, em que percebi o quanto os alunos ansiavam por aulas diferenciadas e o quanto poderiam colaborar para que a própria construção e desenvolvimento da aprendizagem. Conhecer os alunos e suas experiências é fundamental para que o processo aconteça, não apenas para transferir o conhecimento, e sim para despertar nos alunos novas formas de aprendizagem, de maneira democrática e participativa, onde os alunos possam compreender, refletir, criticar e agir. Na prática, no dia a dia, nós, professores, devemos substituir conteúdos tradicionais por pesquisas, que possuam significados concretos para a vida dos estudantes.

Data da postagem: 25/06/2018

Didática, planejamento e avaliação




9ª Postagem


Em abril de 2018, minha postagem neste importante ambiente, falava sobre o uso e inovação tecnológica, um assunto que não poderia deixar de ser tratado aqui, afinal, a inovação e o avanço tecnológico fizeram parte deste processo, percurso e formação acadêmica.
Através da inovação e utilização desta tecnologia, foi possível cursar essa faculdade, os recursos disponibilizados foram essenciais e de suma importância para que pudesse estudar e acompanhar satisfatoriamente todo o período da graduação.
Através das ferramentas e recursos apresentados, pude trabalhar de forma diferenciada com meus alunos, a familiaridade com o ambiente proporcionou que práticas fossem modificadas, utilizando o uso das tecnologias, os recursos que eram possíveis, estando à disposição para enriquecer as aulas, através do uso das tecnologias os alunos foram também estimulados à pesquisa, assim, a construção da aprendizagem acontecia de forma prazerosa e descomplicada.

Data da Postagem: 07/04/2018

Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação







8ª Postagem

Em abril de 2018, assim como nos outros semestres, refleti sobre a importância do blog. No inicio, não entendia muito bem a proposta, como já mencionei em outras postagens, era um pouco vaga, porém, após algumas publicações, assim como esta que faço, valorizo e assumo como sendo essencial para o percurso acadêmico. Realizar reflexões e escritas acerca de atividades que trabalhamos nas interdisciplinas, estendendo à sala de aula, foram fundamentais para o nosso próprio exercício de elaboração da escrita e memorização, assimilação e construção da aprendizagem.
Como aluna/professora, posso dizer que esta ferramenta possibilitou organizar a construção do conhecimento de forma clara e objetiva. O material aqui produzido é riquíssimo, fico feliz em poder acompanhar minha trajetória, aprendizagem e o quanto evolui enquanto aluna do curso de pedagogia da UFRGS.

Data da Postagem: 07/04/2018

Seminário Integrador VII





7ª Postagem

Na postagem de abril de 2018, escrevi sobre a reflexão e importância da alfabetização, atividade realizada na interdisciplina de Alfabetização de Jovens e Adultos. A reflexão se deu a partir da teoria de Paulo Freire, estudioso citado para execução da tarefa.  
Assim como na época da postagem, minha preocupação e interesse com o assunto continuam sendo grandes, a partir desta atividade, bem como outras que proporcionaram reflexão e desacomodação, a realização trouxe à tona evidências de que deveria repensar as práticas e estratégias que estavam sendo utilizadas, refazendo, estudando meios para que aprendizagem acontecesse e fosse realmente proveitosa, através de práticas libertadoras, pois a alfabetização deve ser compreendida como ato criador e não como processo de memorização, apenas.
Na perspectiva de Freire, a escola deve ser libertadora, para todos, um lugar especial, revolucionário, possibilitando que os alunos compreendam que são capazes, assumindo o papel de sujeitos do processo de aprendizagem da leitura e escrita, desafiando-os.
Para Freire, se a educação não pode tudo, alguma coisa ela pode, ou seja: “a alfabetização escolar numa perspectiva crítica fundamenta-se, principalmente, nas diretrizes teóricas da pedagogia emancipadora, desenvolvidas por Paulo Freire. Portanto, é parte de um processo que visa ao desenvolvimento da consciência crítica dos educandos, possibilitando que estes se percebam capazes de, através da reflexão e da ação, participar na transformação das relações sociais injustas e opressoras”. Amaral (2002, p. 31)

Data da postagem: 23/04/2018

Educação de Jovens e Adultos





6ª Postagem

Nesta postagem, mencionei a aula de laboratório de escrita. A aula daquela noite foi orientada pela professora Ivany Souza Ávila, que nos motivou a trabalhar de forma diferenciada, nos deixando a vontade para realizar o exercício da escrita, o que para muitas de nós, era motivo de preocupação. 
Ao realizar atividades e técnicas diferenciadas podemos trabalhar com nossas dificuldades, encarando o ato de escrever com maior naturalidade, o que para muitas pessoas é algo complicado e temido.
Entendendo a dificuldade que muitos estudantes, colegas, apresentam com a elaboração da escrita, ao realizar esta atividade, voltada a prática, pensei nos alunos em sala de aula, o quanto ficam apreensivos quando uma atividade de escrita é solicitada, com isso, estimular e valorizar este momento é muito importante, a realização da escrita deve ser algo prazeroso, agradável.
Desde que ingressei na universidade minha percepção e conduta passaram por modificações, o olhar atento e cuidadoso aos pequenos detalhes aumentaram, senti que devia desacomodar-me, proporcionar momentos e atividades que gerassem interesse e a busca pela construção do conhecimento.


Data da Postagem: 20/09/2017

Seminário Integrador VI






5ª Postagem


Na postagem de junho de 2017, escrevi sobre a eleição ao Conselho Escolar, importante momento e movimento dentro da escola. Muito significativa à contribuição que cada segmento pode oferecer para o bom andamento e desempenho das atividades, organização e gestão. Somente através do envolvimento, união e parceria, é que será desenvolvida democraticamente uma gestão cercada e alicerçada na confiança, em que os objetivos propostos possam ser alcançados.


Data da postagem: 24/06/2017

Organização e Gestão da Educação






4ª Postagem

Em mais uma postagem do mês de maio, voltei à reflexão da minha escrita ao fato da organização e Gestão da Educação. As práticas escolares e a preocupação com os nossos alunos, construindo uma relação de confiança entre alunos, professores, funcionários e comunidade escolar é de suma importância para o bom andamento da escola, refletindo no desempenho satisfatório dos alunos em relação à construção da aprendizagem e o bem-estar de todos. Transparência, democracia e resiliência fazem parte do cotidiano da nossa escola. Ao retomar esta postagem, continuo afirmando que esses elementos e a vontade de que tudo certo, a parceria e o empenho continuam presentes em nosso ambiente escolar. Todo o movimento e desacomodação que incentivamos e realizamos em nossa escola, é pensando no aluno, primeiramente, no melhor para ele, sempre, obviamente que os professores precisam se sentir bem e estimulados a dar o seu melhor, a partir daí, teremos aulas dinâmicas e descomplicadas, em que a construção da aprendizagem acontece de forma agradável. Precisamos proporcionar um ambiente em que todos se sintam bem e confiantes, dispostos a encarar as adversidades e os contratempos que surgem na caminhada. Unidos, juntos somos mais!

Data da postagem: 28/05/2017

Organização e Gestão da Educação





3ª Postagem

Organização do Ensino Fundamental

Na postagem de maio de 2017, me referi à fala de Carlos Roberto Jamil Cury, durante a aula Inaugural da Faculdade de Educação da UFRGS, sobre histórico, impasses, perspectivas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBEN), refletindo sobre a preocupação com a educação e o retrocesso que poderia sofrer. Nós, professores que estamos diretamente em sala de aula, sabemos o quanto é difícil trabalhar com a falta de material, professores com salários atrasados e a falta de valorização com os mesmos.
Dois anos se passaram desde a data desta postagem e, infelizmente, muitas coisas continuam na mesma situação.
Carlos Cury afirmava que: “Mexer na LDBEN é abrir o campo para novos retrocessos”. Sabemos que muitas mudanças são necessárias, porém, essas aconteceriam com a participação efetiva de todos? O cenário continua o mesmo, as dúvidas permanecem e as dificuldades também, infelizmente!

Data da postagem: 28/05/2017

Organização do Ensino Fundamental





2ª Postagem

Na postagem do dia 09/04/2017, escrevi sobre a importância de trabalharmos valores com as crianças, e o quanto eles esperavam por momentos como este. Continuo incentivando e proporcionando momentos assim, onde as ideias das crianças são aceitas com alegria, o diálogo e debates são oportunizados. Na ocasião da postagem referi as aulas de ensino religioso porque os próprios alunos teriam associado à ideia de trabalhar diversos temas durante o período desta disciplina, porém, temas transversais  eram discutidos em outros momentos também, sempre que julgássemos importante e necessário resolver alguma questão que fosse primordial.
Para os momentos desta disciplina, especificamente, os alunos se organizavam e traziam ideias de como trabalhar assuntos que achavam pertinentes.
Como professora incentivadora, sentia a necessidade que tinham de dialogar, trocar ideias, visto que, muitos, não tinham em casa acesso ao diálogo e a troca de ideias com familiares ou responsáveis. Vejo que assuntos do cotidiano ainda são tratados por muitas famílias como tabu, ainda, a falta de conhecimento faz com que sejam transferidos à escola, ficando esta, com a responsabilidade de inserir e esclarecer temas, auxiliando os alunos em sua formação moral. Além de transferir conhecimentos, orientamos nossos queridos alunos em sua trajetória escolar, preparando-os para a vida em sociedade, para que sejam adultos conscientes e livres, que levem adiante os conhecimentos adquiridos, que saibam cumprir com suas obrigações, assim como, exigir seus direitos, trabalhando e contribuindo para a formação de uma sociedade mais justa e igualitária.


Data da postagem: 09/04/2017

Seminário Integrador V






Revisitando as postagens 

Parte 2 - 2017 e 2018

Refletindo sobre momentos, aprendizagens, construções e postagens realizadas enquanto aluna/professora neste curso de graduação.
Relembrar os semestres anteriores trazem à tona lembranças importantíssimas de todo o caminho percorrido e o quanto essas grandiosas construções foram importantes!

          1ª Postagem

Em abril de 2017, realizei postagem falando sobre o professor reflexivo, interdisciplina do Seminário Integrador V. Hoje, ratificando minha escrita, considero que o caminho para uma educação inclusiva e de qualidade aconteça, deva seguir por esta mesma linha de raciocínio, considerando adequações, porém, a busca e o processo contínuo de aperfeiçoamento devem ser fatores fundamentais, afim de que o professor possa estar realmente inserido e explorando seu potencial, assim como, despertando em seus alunos a vontade de mudança e crescimento. Estar em constante observação e reflexão permite que possamos trabalhar dentro das possibilidades que dispomos e as situações que nos são apresentadas, pois nem sempre temos o suporte e as ferramentas que necessitamos, assim, cabe ao professor buscar estratégias e métodos que contemplem a construção e a aprendizagem aconteça.

Data da postagem: 24/04/2017

Seminário Integrador V






domingo, 10 de fevereiro de 2019



10º

Em outubro de 2016, minha postagem falava sobre a importância e evidências acerca do meu “Pertencimento ao Espaço Escolar”, importante reflexão proposta pela interdisciplina.

Na ocasião, relatava que meu pertencimento acontecia por meio da interação e boa relação com colegas e alunos, a felicidade em retornar das férias e poder aplicar novas metodologias e práticas, refletir a partir dos estudos e leituras que foram oportunizados.

Hoje, afirmo que essas colocações estão mais fortalecidas, as metodologias passaram por adaptações e foram revistas, sempre pensando em melhorar, voltar o olhar às necessidades, sensibilizar e estender também aos colegas, o que é reavaliado por mim, acredito que essas questões precisam ser divididas, socializadas, pois só assim poderemos criar um espaço em que realmente possamos nos sentir inseridos e pertencentes.

Para mim, diferenciar o Ver e o Olhar, continua sendo de suma importância, digo ainda, que essa questão ganhou mais força desde o período da postagem. Entendi que nossos alunos precisam ser entendidos e ouvidos em suas angústias e particularidades, cada aluno apresenta características que precisam ser respeitadas e levadas em consideração.

Ao dar vez e voz aos alunos, temos a oportunidade de conhecê-los, avaliar, entender suas limitações, auxiliando da melhor forma.

A partir de atividades que favoreçam esta perspectiva, é possível que o rendimento, participação e construção de seu conhecimento sejam garantidos e os objetivos alcançados. Ao estimular os nossos alunos, além de estarmos contribuindo para o crescimento pessoal e sucesso escolar, estamos nos afirmando enquanto educadores, transmissores de conhecimento, pois não somos os detentores de todo o conhecimento, as trocas devem acontecer diariamente, consolidando nossas teorias às práticas, assim, estaremos, de fato, pertencentes e inseridos ao espaço escolar.


Postagem: 10/10/2016

Representação do Mundo pelos Estudos Sociais










Emocionante relembrar esta postagem de outubro de 2016. Na ocasião, a atividade da interdisciplina me fazia despertar para importante reflexão, assim como hoje, ao reescrever, sinto que meu posicionamento e preocupação se fortaleceram em relação a este tema: Escolas gaiolas e escolas asas.

Refletir sobre esta temática, é, sem dúvida, indispensável, necessário, bem como, na minha perspectiva, estender aos demais colegas de escola, a proposta de reflexão acerca da importância que temos na vida e rotina escolar dos alunos.

Enquanto docentes, acredito que devemos trabalhar de forma integrada, pensando nos alunos e no melhor para eles, sempre, proporcionando que frequentem salas de aula que sejam verdadeiros laboratórios de aprendizagem e, as escolas, se tornem a cada dia, escolas asas, que possamos encorajar nossos discentes ao voo, pois ensinar a voar, as escolas não podem, porque o voo já nasce dentro dos pássaros, apenas os encorajamos.


Postagem: 03/10/2016

Seminário Integrador IV.

https://veridianabiscarra.blogspot.com/2016/10/rubemalves-oprofessor-dos-espantos.html






sábado, 9 de fevereiro de 2019




Considero a postagem de outubro de 2016, extremamente importante, bem como as outras, que através de leituras indicadas e reflexão acerca de assuntos sempre muito pertinentes às nossas práticas e realidade escolar, nos fazendo buscar alternativas diferenciadas, para que as aulas sejam de busca e pesquisa pelo conhecimento, a curiosidade aguçada e o gosto pelos estudos fortalecido.  
As atividades realizadas neste curso de graduação trazem à tona evidências de que nossas metodologias precisam ser revistas, passando por constantes adaptações e transformações, pois é através do movimento e desacomodação que atingimos os resultados esperados e objetivos propostos.
A partir da atividade proposta pela interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais, pude relembrar minha infância no período escolar, alfabetização e a caminhada percorrida durante todo o ensino fundamental, médio, magistério e a graduação, até o momento. A cada etapa concluída, lembrei de momentos que foram realmente significativos, a grande maioria deles são lembrados com saudade, outros, me serviram de base e tornaram possível a reflexão sobre a profissão e a profissional que me tornei, metas e objetivos que almejo alcançar.
Importante relembrar essa postagem, pois mencionei a frustração enquanto aluna de uma escola estadual com relação a uma determinada disciplina.
O fato ocorrido serviu de estímulo para que situações semelhantes não ocorressem em minha sala de aula. Procurei ser uma professora diferente, principalmente após o ingresso na universidade, que oportuniza momentos riquíssimos de trocas e reflexão sobre nossa trajetória e objetivos traçados, nossa relação com uma educação igualitária e de qualidade, nossa missão e comprometimento com alunos que estão dispostos a aprender e construir seu conhecimento, a partir das trocas com seus professores, assim como interação e disponibilidade dos docentes em ouvir seus alunos, suas inquietudes e curiosidades, transformando as aulas auditório em aulas laboratório, onde os alunos sejam os construtores e protagonistas de sua aprendizagem.  
  





 10/10/2016

Representação do Mundo pelos Estudos Sociais


Referência

CASTROGIOVANNI, Antonio; COSTELLA, Roselane. Geografia e a cartografia escolar no ensino básico: uma relação complexa - percursos e possibilidades. In: SEBASTIÁ, Rafael; TONDA, Emilia. La investigación e innovación en la enseñanza de la Geografía. Alicante: UNE, 2016, p.15-26.



Em setembro de 2015, minha postagem falava sobre a importância de trabalhar com jogos e a confecção de materiais que possam auxiliar na compreensão e fixação do que foi trabalhado, bem como a interação e a socialização durante as aulas, que hoje, estão ainda mais voltadas às práticas e dinâmicas de socialização.
Com o passar dos semestres e as constantes reflexões acerca da importância da construção do conhecimento, percebo que é imprescindível aumentar o número de atividades que envolvam estas propostas, fortalecendo e estimulando alunos e professores.
Atividades de socialização, que envolvem o lúdico, atraem os educandos, de forma que estes se sintam motivados durante as aulas. Juntos, constroem e traçam metas, valorizam as oportunidades e se tornam construtores de sua aprendizagem.

Alfabetização, escolarização, infâncias.

Postagem: 24/09/2015 
   





Infâncias nas mídias

Em setembro de 2015, a tarefa da interdisciplina Infâncias, nos fazia pensar sobre o uso da tecnologia e a infância na mídia.
Vejo que desde a realização desta atividade e a postagem nesse ambiente, o avanço da tecnologia e seu uso cresceram de maneira acentuada. Na época, falávamos sobre a influência e importância que este avanço tem tido na vida das pessoas, principalmente para as crianças.
Na época da postagem, minha filha estava com cinco anos, minha escrita foi produzida, também, a partir da experiência com ela em casa. Hoje, ela está com oito anos, e como todas as crianças dessa idade, está muito voltada ao mundo virtual, com isso, intensifiquei minha observação a partir dessa realidade, monitorar o que ela vê, se está de acordo com sua faixa etária, e se o conteúdo é apropriado, é medida que precisa ser tomada para que o uso que ela está fazendo da tecnologia e, suas descobertas tenham efeito positivo, que possam ser aliadas ao seu crescimebto eàs suas construções.
Como aluna de uma universidade com graduação à distância, sou parte integrante de um número expressivo de pessoas que fica conectada ao mundo virtual e ao uso da tecnologia. Acredito que o avanço e os recursos que são oferecidos atualmente auxiliam muito, em diversos aspectos e, a muitas pessoas, como no meu caso, estudante do curso de pedagogia da UFRGS.
Fico conectada muitas horas, realizando atividades e postando em ambiente virtual, porém, se não fosse pela oportunidade de ter ingressado nesta universidade, talvez o sonho da graduação não fosse possível, pois trabalhando 40 horas semanais, cursar uma faculdade presencial seria complicado.
         Pesquisas revelam que a graduação à distância é vista por muitos como de má qualidade, porém, quem realiza, sabe o quanto é difícil conciliar vida pessoal, trabalho e estudo, pois são muitas horas dispensadas à universidade e a realização de atividades muitas, o compromisso e a dedicação de um estudante EAD é muito grande.
         Neste momento da minha vida, agradeço toda a conquista e avanço que a tecnologia atingiu, porém, precisamos estar atentos ao que nos toma tempo e não contribui de forma significativa para o desenvolvimento ou crescimento, seja no campo pessoal ou profissional.
As opções são variadas, crianças, adolescentes e adultos podem ficar horas navegando por sites e se divertindo na internet, no mundo virtual pode-se aprender muitas coisas, contudo, penso que socialização, interação e o contato não podem ser deixados de lado, existem valores que são passados e construídos a partir das relações interpessoais, principalmente familiares.



Postagem: 20/09/2015

Infâncias





Em junho de 2016, após a aula da interdisciplina de Ludicidade, realizei postagem sobre a dinâmica ocorrida na noite do encontro, na qual brincamos. Uma noite para refletir sobre nossas práticas em sala de aula, avaliar nossa metodologia, pelo menos foi assim que me senti, feliz por estar brincando com minhas colegas enquanto aprendia, construía conhecimento acerca da realidade escolar.
Penso que, se para mim foi divertido aprender brincando, me relacionar e socializar com meus colegas e professores, devo realizar atividades que proporcionem esse sentimento aos meus alunos, pois brincando também se aprende, e muito. Ao brincar, a criança desperta sua vontade em querer aprender, acontece à interação, aguça a curiosidade em construir sua aprendizagem. Entendo que nós, professores, necessitamos desse incentivo, assim como aconteceu nesta aula, para que não deixemos adormecidos à criança que existe em nós.
Ao compartilharmos dessas experiências, trocando e interagindo, nos colocamos no lugar do outro, entendemos suas angústias, partilhamos de suas ansiedades e compreendemos suas inquietudes. Somente através do contato e da socialização é que podemos entender e auxiliar de maneira significativa nossos alunos, para que se tornem verdadeiros construtores de seu conhecimento, para que nas aulas, não sejam apenas ouvintes, e sim participantes, que as aulas sejam laboratórios, que os alunos possam ser ativos nesse processo da busca pelo aprender e construir.




14/06/2016

Alfabetização, Literatura Infanto Juvenil, Ludicidade e Educação







Em maio de 2016, minha postagem falava sobre o “diferente”, uma das atividades da interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil, o texto de Rosa Maria Hessel Silveira: Olhares sobre Personagens “Diferentes”, na qual o assunto a ser debatido era o convívio com os outros, às diferenças, alteridade, anormalidade, diversidade e identidade. Revisitando a postagem, lembro-me da leitura, importante material de reflexão, tema que continua a ser abordado e discutido em nossas escolas e salas de aula. Trabalhar com o “diferente”, na maioria das vezes não é tarefa fácil, pois as barreiras e dificuldades encontradas ainda são presentes em nossa rotina.
O convívio, aceitação das famílias, organização escolar e atendimento especializado aos alunos que necessitam de apoio são questões que precisam ser avaliadas de forma especial, com urgência e cuidado. Porém, sabemos que na maioria das vezes, não podemos contar prontamente com o apoio que se faz necessário. As famílias, quando comparecem à escola, relutam em aceitar a fala dos professores, que buscam o melhor para seus filhos, pois a orientação e o possível início de um tratamento, quando trabalhados no tempo certo, contribuem de forma significativa para o sucesso escolar do aluno, além da barreira que se rompe quando acontece à aceitação ao “diferente”.   
Revisitando a postagem, afirmo que as leituras são imprescindíveis e, me fazem pensar de forma significativa em tudo o que foi discutido até o momento do curso, especialmente nesta situação, em que o convívio e aceitação ao “diferente” são presentes em nossa sociedade.


Postagem: 22/05/2016 
       
Libras, literatura infanto juvenil