sábado, 29 de junho de 2019


7ª Postagem

Na postagem de abril de 2018, escrevi sobre a reflexão e importância da alfabetização, atividade realizada na interdisciplina de Alfabetização de Jovens e Adultos. A reflexão se deu a partir da teoria de Paulo Freire, estudioso citado para execução da tarefa.  
Assim como na época da postagem, minha preocupação e interesse com o assunto continuam sendo grandes, a partir desta atividade, bem como outras que proporcionaram reflexão e desacomodação, a realização trouxe à tona evidências de que deveria repensar as práticas e estratégias que estavam sendo utilizadas, refazendo, estudando meios para que aprendizagem acontecesse e fosse realmente proveitosa, através de práticas libertadoras, pois a alfabetização deve ser compreendida como ato criador e não como processo de memorização, apenas.
Na perspectiva de Freire, a escola deve ser libertadora, para todos, um lugar especial, revolucionário, possibilitando que os alunos compreendam que são capazes, assumindo o papel de sujeitos do processo de aprendizagem da leitura e escrita, desafiando-os.
Para Freire, se a educação não pode tudo, alguma coisa ela pode, ou seja: “a alfabetização escolar numa perspectiva crítica fundamenta-se, principalmente, nas diretrizes teóricas da pedagogia emancipadora, desenvolvidas por Paulo Freire. Portanto, é parte de um processo que visa ao desenvolvimento da consciência crítica dos educandos, possibilitando que estes se percebam capazes de, através da reflexão e da ação, participar na transformação das relações sociais injustas e opressoras”. Amaral (2002, p. 31)

Data da postagem: 23/04/2018

Educação de Jovens e Adultos




Nenhum comentário:

Postar um comentário