7ª Postagem
Na
postagem de abril de 2018, escrevi sobre a reflexão e importância da
alfabetização, atividade realizada na interdisciplina de Alfabetização de Jovens
e Adultos. A reflexão se deu a partir da teoria de Paulo Freire, estudioso
citado para execução da tarefa.
Assim
como na época da postagem, minha preocupação e interesse com o assunto
continuam sendo grandes, a partir desta atividade, bem como outras que
proporcionaram reflexão e desacomodação, a realização trouxe à tona evidências
de que deveria repensar as práticas e estratégias que estavam sendo utilizadas,
refazendo, estudando meios para que aprendizagem acontecesse e fosse realmente
proveitosa, através de práticas libertadoras, pois a alfabetização deve ser compreendida
como ato criador e não como processo de memorização, apenas.
Na perspectiva
de Freire, a escola deve ser libertadora, para todos, um lugar especial, revolucionário,
possibilitando que os alunos compreendam que são capazes, assumindo o papel de
sujeitos do processo de aprendizagem da leitura e escrita, desafiando-os.
Para
Freire, se a educação não pode tudo, alguma coisa ela pode, ou seja: “a
alfabetização escolar numa perspectiva crítica fundamenta-se, principalmente,
nas diretrizes teóricas da pedagogia emancipadora, desenvolvidas por Paulo
Freire. Portanto, é parte de um processo que visa ao desenvolvimento da consciência
crítica dos educandos, possibilitando que estes se percebam capazes de, através
da reflexão e da ação, participar na transformação das relações sociais
injustas e opressoras”. Amaral (2002, p. 31)
Data da postagem: 23/04/2018
Educação de Jovens e Adultos

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