domingo, 5 de agosto de 2018



Pensando no estágio...





Assim como os semestres anteriores e tudo que envolve esta graduação tem sido tão intensos desde o início, neste oitavo que está começando não poderia ser diferente, agora, o friozinho na barriga é ainda maior...
 Neste, irei encarar o estágio. Mesmo já estando em sala de aula, lecionando há dezesseis anos, sinto-me desafiada a colocar em prática tudo o que foi visto durante o curso, apesar de que a reflexão sobre a necessidade de inovar e “desacomodar-se” em relação ao que é trabalhado e a didática aplicada com os alunos, vem acontecendo há tempos.
Mudar, incentivar, ser um facilitador e mediador de conhecimentos é o objetivo neste semestre e nos outros que virão durante minha trajetória como professora. Porém, enquanto estudante do curso de pedagogia e, as vésperas de estar realizando este estágio penso se irei atingir os objetivos propostos, se haverá condições de aplicar com meus alunos tudo o que vou  planejar, se conseguirei utilizar os recursos que a escola dispõe. Acredito que seja normal ter dúvidas em relação ao que vem pela frente, mesmo já atuando na área. Por outro lado, penso que todo o esforço e empenho não foram em vão, se cheguei até aqui é porque terei condições de continuar e realizar um bom trabalho, fazer acontecer aquilo que de fato acredito, pois com o decorrer do curso tive a oportunidade de aprender muitas coisas novas e repensar outras, como antigas práticas e a necessidade da mudança e inovação, acompanhar e fazer uso da evolução e recursos tecnológicos, que muito tem a contribuir para o processo de ensino aprendizagem.
Enfim, espero que dê tudo certo e que este período venha somente a acrescentar positivamente quanto à aprendizagem, as descobertas e a relação professor/aluno, que eu possa estreitar os laços de amizade e afeto com eles, que seja um momento em que possamos gerar e guardar boas memórias.   







Refletindo sobre o semestre

Chegando ao final do VII semestre, e que semestre!
Quando paro para pensar que este curso está chegando à reta final, sinto um misto de emoções, nervosismo e ansiedade a mil, como no início. Muita alegria, mas também insegurança. Imagino como não será daqui para frente, enfrentando o estágio e o temido TCC.
Muitos foram os desafios até chegar aqui. Estudar à distância, como muitas pessoas pensam, não é nada fácil. Nosso curso, assim como outros, é regado a muitas leituras, atividades e reflexões, que são necessárias à nossa prática. Entendo que a partir desta metodologia estamos aprendendo e nos desacomodando frente aos desafios com os quais nos deparamos no dia a dia em nossa jornada como profissionais da educação, porém, confesso que tem sido complicado conciliar a vida pessoal, profissional e estudantil, mesmo sendo consciente da importância pela busca e aquisição de novos conhecimentos, que se tornam necessários a nossa profissão, mas, até aqui, tenho conseguido me manter firme, realizando as atividades propostas e acreditando que tudo dará certo.
A partir do estudo dos modelos pedagógicos e epistemológicos da educação, penso que não podemos nos acomodar enquanto educadores. É necessária a “inquietação”, a motivação e garra para poder transmitir da melhor forma possível tudo o que nos foi apresentado até agora. Penso que a teoria e os referenciais vistos até o momento, só terão sentido se forem colocados em prática na minha sala de aula, enquanto rotina de trabalho, para que eu possa, da melhor forma possível atingir as necessidades do meu aluno, os entendendo como pessoas e indivíduos diferentes que são, respeitando suas especificidades e particularidades, convivendo e aprendendo com eles, pois cabe a mim a tarefa de propiciar aos educandos momentos de construção das aprendizagens, das descobertas e as trocas, pois todo aquele que ensina também aprende, o professor não é o detentor do conhecimento, e sim um facilitador, mediador a partir das dúvidas e indagações que são trazidas pelos alunos.
Assim como acontece com minhas aulas na universidade, posso dizer que na escola com meus alunos nós vamos tecendo uma grande teia, compartilhando as dúvidas, buscando respostas, muitas vezes enfrentando a falta de condições, como materiais e recursos didáticos, contudo, acredito que seja possível fazer a diferença na vida escolar dessas crianças.