quinta-feira, 26 de outubro de 2017




Aulas Auditório X Aulas laboratório
 
 
Os vídeos de Fernando Becker nos trazem grande reflexão sobre a construção do conhecimento e as aulas auditório/laboratório, bem como a preocupação que, nós, professores, devemos ter com a construção do conhecimento e aprendizagem dos nossos alunos, excluindo das nossas práticas as aulas auditório, onde os alunos simplesmente copiam e repetem, onde existe a “pura exposição do educador”. Nas aulas auditório se transmite o que já se sabe, o que já foi conquistado, estas, banalizam as metodologias científicas, pois desconhecem como a ciência se produz em conhecimentos novos e pensa que está tudo resolvido, a partir desta prática.
Já com as aulas laboratório é o contrário, se exerce a experimentação, se formula hipóteses, a sala de aula tem que ser inovadora, tirando o aluno da inércia e do tédio, pois a invenção se faz em laboratório, não podemos, dentro de tantas possibilidades, reduzir tudo a copiar e repetir, Piaget dizia: inventar, não apenas copiar. Segundo Piaget e Freire, devemos nos atentar aos verbos de altíssima significação, e promover atividades que busquem alcançar esses significados, como: interagir, indagar, experimentar, testar, ultrapassar limites, perguntar, refletir, construir, inventar...
O autor enfatiza ainda que as escolas trabalhem e promovam atividades que envolvam a espontaneidade da criança e do adolescente fora da sala de aula, ação não é ação comandada.
O autor ainda faz referências às Epistemologias do Senso Comum, a concepção de conhecimento, parar para pensar a respeito. Os três modelos básicos são: Apriorismo- é inteligente, tem talento (nasceu assim), espera-se o processo de maturidade. Empirismo- o professor comanda e o aluno é o comandado. Construtivismo- pedagogia da relação, A escola como laboratório e menos auditório.

Links dos vídeos:




sábado, 14 de outubro de 2017

REFLETINDO...



Se professor depois dos 40
“Não achei que eu pudesse aprender algo depois de velha.”
                                                          Marisa Martins Ferreira

Escolhi a matéria da Revista Nova Escola, do mês de setembro do ano de 2017 para falar sobre preconceito e diversidade.

 
 



 
O tema da reportagem aborda os desafios que os estudantes encontram quando resolvem voltar às salas de aula após os 40 anos, abraçando a carreira docente ou outra profissão.
Neste caso específico da reportagem, a família Ferreira, de Campinas, interior de São Paulo, encarou o desafio e decidiu que retornariam para a sala de aula. O pai, com 62 anos, a mãe com 56 e a filha com 38, se matricularam no curso de pedagogia e, juntos cursaram a faculdade.
O pai, Jaciro, conta que sofreu preconceito duplo, por ser o mais velho e o único homem no meio de 130 mulheres. Relata que uma colega chegou a dizer que pessoas velhas como ele e a esposa não deveriam querer se formar professores na idade em que se encontravam.
O pai foi o grande incentivador da família, já que é pastor e fez curso livre de Teologia na escola da igreja que frequentava. “Me incomodava ser um pastor, que aconselhava e ensinava  os outros sem ter terminado os estudos”, dizia ele. Voltou então para a escola, na educação de Jovens e Adultos (EJA), levando a esposa e a filha mais velha.
Superando o preconceito, Marisa começou a trabalhar em uma escola da rede municipal de Campinas, como voluntária do programa Mais Educação. Suas aulas de reforço ajudam o mesmo grupo de alunos com dificuldades do qual ela fazia parte, na década de 1970.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017



* Resgate de jogos e brincadeiras em tempos e espaços diferenciados.

            A atividade que realizei tem o intuito de: Resgatar a participação das famílias junto à comunidade escolar, onde pais e filhos possam desfrutar de momentos de descontração e envolvimento, estreitando laços de amizade, parceria, união, confiança e amor durante as atividades desempenhadas.
            Os pais foram convidados para comparecer à escola na tarde do dia 22/09/2017, acompanhados de seus filhos, afim de que juntos construíssem jogos e brinquedos. Este, já é o terceiro ano consecutivo da realização dos projetos.
Temas trabalhados:
2015- “Com seu filho na escola sem estresse”.
2016- “Com seu filho na escola construindo um Jardim de Mandalas”.
2017- “Com seu filho na escola construindo jogos, resgatando a infância”.
            Neste ano foram construídos brinquedos e jogos com material reutilizável, reciclável. As etapas para a realização do projeto foram as seguintes:
  Pesquisa e arrecadação de materiais
  Convite aos pais
  Confecção dos trabalhos
  Exposição
Os brinquedos confeccionados irão ser expostos na Feira de Iniciação Científica da escola, após, irão ficar à disposição para que os alunos possam manusear, brincar durante o recreio ou em atividades lúdicas.
Analisando, refletindo sobre a proposta da prática executada na escola, penso que, esta tenha sido uma oportunidade importante, única, de interação e resgate da participação das famílias dentro da comunidade escolar, bem como na rotina dos filhos, participando ativamente de momentos de descontração e harmonia, estreitando laços de amizade e comprometimento um para com o outro.
Para a realização da prática, reservei uma sala, que foi especialmente preparada e organizada para receber meus ilustres convidados. Brindes foram preparados para acarinhar os convidados. Chá e café, acompanhados de biscoitos e guloseimas também foram servidos para deixar a nossa tarde mais aconchegante.
Durante a realização do evento, em que pais e filhos construíam os jogos, a emoção, em diversos momentos tomou conta do espaço. Os convidados foram “desafiados” a cumprir algumas “prendas”, para que pudessem ser presenteados com os brindes. Percebi que não foi nenhum sacrifício para eles, ao contrário, foi uma satisfação imensa poder homenagear seus familiares. Sentiram-se muito à vontade para pegar o microfone e cantar uma música, recitar um poema ou fazer uma declaração de amor para o pai, ou a mãe que estavam ali presentes, assim como, os pais também se sentiram encorajados a participar, demonstrando e esbanjando amor aos filhos.
Acredito que meu objetivo foi alcançado ao lançar esta proposta. Naquela tarde, todos puderam desfrutar e compartilhar momentos de paz, amor, amizade, fraternidade e união, esquecendo-se dos problemas e aflições, que são presentes no dia a dia de todos nós. Nesta tarde, também, não se viu ou ouviu falar em pré-conceito, desigualdades ou preocupações referentes à raça, gênero, religião, cultura, ficaram do lado de fora, todos eram iguais, todos estavam ali por um objetivo maior e mais importante: a união e interação entre pais e filhos. A emoção que vivi, juntamente com aquelas famílias, por mim não será esquecida, tenho certeza que, para eles também não. 
























quinta-feira, 5 de outubro de 2017



Questões Étnico-Raciais na escola

 Pensando na importância de trabalhar com nossos alunos as questões étnico-raciais, compartilho neste espaço alguns links de reportagens e vídeos que podem auxiliar no desenvolvimento de atividades e planos de estudo.

Revista Nova Escola sobre como trabalhar as relações raciais na pré-escola. 

Relações Raciais na escola

Vídeo do livro A menina e o tambor

A história das Bonecas Abayomi          

A importância na Educação Infantil