Aulas Auditório X Aulas laboratório
Os vídeos de Fernando Becker nos trazem
grande reflexão sobre a construção do conhecimento e as aulas
auditório/laboratório, bem como a preocupação que, nós, professores, devemos
ter com a construção do conhecimento e aprendizagem dos nossos alunos,
excluindo das nossas práticas as aulas auditório, onde os alunos simplesmente
copiam e repetem, onde existe a “pura exposição do educador”. Nas aulas
auditório se transmite o que já se sabe, o que já foi conquistado, estas,
banalizam as metodologias científicas, pois desconhecem como a ciência se
produz em conhecimentos novos e pensa que está tudo resolvido, a partir desta
prática.
Já com as aulas
laboratório é o contrário, se exerce a experimentação, se formula hipóteses, a
sala de aula tem que ser inovadora, tirando o aluno da inércia e do tédio, pois
a invenção se faz em laboratório, não podemos, dentro de tantas possibilidades,
reduzir tudo a copiar e repetir, Piaget dizia: inventar, não apenas copiar.
Segundo Piaget e Freire, devemos nos atentar aos verbos de altíssima
significação, e promover atividades que busquem alcançar esses significados,
como: interagir, indagar, experimentar, testar, ultrapassar limites, perguntar,
refletir, construir, inventar...
O autor enfatiza
ainda que as escolas trabalhem e promovam atividades que envolvam a
espontaneidade da criança e do adolescente fora da sala de aula, ação não é
ação comandada.
O autor ainda faz
referências às Epistemologias do Senso Comum, a concepção de conhecimento,
parar para pensar a respeito. Os três modelos básicos são: Apriorismo- é
inteligente, tem talento (nasceu assim), espera-se o processo de maturidade.
Empirismo- o professor comanda e o aluno é o comandado. Construtivismo-
pedagogia da relação, A escola como laboratório e menos auditório.
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