domingo, 10 de fevereiro de 2019



10º

Em outubro de 2016, minha postagem falava sobre a importância e evidências acerca do meu “Pertencimento ao Espaço Escolar”, importante reflexão proposta pela interdisciplina.

Na ocasião, relatava que meu pertencimento acontecia por meio da interação e boa relação com colegas e alunos, a felicidade em retornar das férias e poder aplicar novas metodologias e práticas, refletir a partir dos estudos e leituras que foram oportunizados.

Hoje, afirmo que essas colocações estão mais fortalecidas, as metodologias passaram por adaptações e foram revistas, sempre pensando em melhorar, voltar o olhar às necessidades, sensibilizar e estender também aos colegas, o que é reavaliado por mim, acredito que essas questões precisam ser divididas, socializadas, pois só assim poderemos criar um espaço em que realmente possamos nos sentir inseridos e pertencentes.

Para mim, diferenciar o Ver e o Olhar, continua sendo de suma importância, digo ainda, que essa questão ganhou mais força desde o período da postagem. Entendi que nossos alunos precisam ser entendidos e ouvidos em suas angústias e particularidades, cada aluno apresenta características que precisam ser respeitadas e levadas em consideração.

Ao dar vez e voz aos alunos, temos a oportunidade de conhecê-los, avaliar, entender suas limitações, auxiliando da melhor forma.

A partir de atividades que favoreçam esta perspectiva, é possível que o rendimento, participação e construção de seu conhecimento sejam garantidos e os objetivos alcançados. Ao estimular os nossos alunos, além de estarmos contribuindo para o crescimento pessoal e sucesso escolar, estamos nos afirmando enquanto educadores, transmissores de conhecimento, pois não somos os detentores de todo o conhecimento, as trocas devem acontecer diariamente, consolidando nossas teorias às práticas, assim, estaremos, de fato, pertencentes e inseridos ao espaço escolar.


Postagem: 10/10/2016

Representação do Mundo pelos Estudos Sociais










Emocionante relembrar esta postagem de outubro de 2016. Na ocasião, a atividade da interdisciplina me fazia despertar para importante reflexão, assim como hoje, ao reescrever, sinto que meu posicionamento e preocupação se fortaleceram em relação a este tema: Escolas gaiolas e escolas asas.

Refletir sobre esta temática, é, sem dúvida, indispensável, necessário, bem como, na minha perspectiva, estender aos demais colegas de escola, a proposta de reflexão acerca da importância que temos na vida e rotina escolar dos alunos.

Enquanto docentes, acredito que devemos trabalhar de forma integrada, pensando nos alunos e no melhor para eles, sempre, proporcionando que frequentem salas de aula que sejam verdadeiros laboratórios de aprendizagem e, as escolas, se tornem a cada dia, escolas asas, que possamos encorajar nossos discentes ao voo, pois ensinar a voar, as escolas não podem, porque o voo já nasce dentro dos pássaros, apenas os encorajamos.


Postagem: 03/10/2016

Seminário Integrador IV.

https://veridianabiscarra.blogspot.com/2016/10/rubemalves-oprofessor-dos-espantos.html






sábado, 9 de fevereiro de 2019




Considero a postagem de outubro de 2016, extremamente importante, bem como as outras, que através de leituras indicadas e reflexão acerca de assuntos sempre muito pertinentes às nossas práticas e realidade escolar, nos fazendo buscar alternativas diferenciadas, para que as aulas sejam de busca e pesquisa pelo conhecimento, a curiosidade aguçada e o gosto pelos estudos fortalecido.  
As atividades realizadas neste curso de graduação trazem à tona evidências de que nossas metodologias precisam ser revistas, passando por constantes adaptações e transformações, pois é através do movimento e desacomodação que atingimos os resultados esperados e objetivos propostos.
A partir da atividade proposta pela interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais, pude relembrar minha infância no período escolar, alfabetização e a caminhada percorrida durante todo o ensino fundamental, médio, magistério e a graduação, até o momento. A cada etapa concluída, lembrei de momentos que foram realmente significativos, a grande maioria deles são lembrados com saudade, outros, me serviram de base e tornaram possível a reflexão sobre a profissão e a profissional que me tornei, metas e objetivos que almejo alcançar.
Importante relembrar essa postagem, pois mencionei a frustração enquanto aluna de uma escola estadual com relação a uma determinada disciplina.
O fato ocorrido serviu de estímulo para que situações semelhantes não ocorressem em minha sala de aula. Procurei ser uma professora diferente, principalmente após o ingresso na universidade, que oportuniza momentos riquíssimos de trocas e reflexão sobre nossa trajetória e objetivos traçados, nossa relação com uma educação igualitária e de qualidade, nossa missão e comprometimento com alunos que estão dispostos a aprender e construir seu conhecimento, a partir das trocas com seus professores, assim como interação e disponibilidade dos docentes em ouvir seus alunos, suas inquietudes e curiosidades, transformando as aulas auditório em aulas laboratório, onde os alunos sejam os construtores e protagonistas de sua aprendizagem.  
  





 10/10/2016

Representação do Mundo pelos Estudos Sociais


Referência

CASTROGIOVANNI, Antonio; COSTELLA, Roselane. Geografia e a cartografia escolar no ensino básico: uma relação complexa - percursos e possibilidades. In: SEBASTIÁ, Rafael; TONDA, Emilia. La investigación e innovación en la enseñanza de la Geografía. Alicante: UNE, 2016, p.15-26.



Em setembro de 2015, minha postagem falava sobre a importância de trabalhar com jogos e a confecção de materiais que possam auxiliar na compreensão e fixação do que foi trabalhado, bem como a interação e a socialização durante as aulas, que hoje, estão ainda mais voltadas às práticas e dinâmicas de socialização.
Com o passar dos semestres e as constantes reflexões acerca da importância da construção do conhecimento, percebo que é imprescindível aumentar o número de atividades que envolvam estas propostas, fortalecendo e estimulando alunos e professores.
Atividades de socialização, que envolvem o lúdico, atraem os educandos, de forma que estes se sintam motivados durante as aulas. Juntos, constroem e traçam metas, valorizam as oportunidades e se tornam construtores de sua aprendizagem.

Alfabetização, escolarização, infâncias.

Postagem: 24/09/2015 
   





Infâncias nas mídias

Em setembro de 2015, a tarefa da interdisciplina Infâncias, nos fazia pensar sobre o uso da tecnologia e a infância na mídia.
Vejo que desde a realização desta atividade e a postagem nesse ambiente, o avanço da tecnologia e seu uso cresceram de maneira acentuada. Na época, falávamos sobre a influência e importância que este avanço tem tido na vida das pessoas, principalmente para as crianças.
Na época da postagem, minha filha estava com cinco anos, minha escrita foi produzida, também, a partir da experiência com ela em casa. Hoje, ela está com oito anos, e como todas as crianças dessa idade, está muito voltada ao mundo virtual, com isso, intensifiquei minha observação a partir dessa realidade, monitorar o que ela vê, se está de acordo com sua faixa etária, e se o conteúdo é apropriado, é medida que precisa ser tomada para que o uso que ela está fazendo da tecnologia e, suas descobertas tenham efeito positivo, que possam ser aliadas ao seu crescimebto eàs suas construções.
Como aluna de uma universidade com graduação à distância, sou parte integrante de um número expressivo de pessoas que fica conectada ao mundo virtual e ao uso da tecnologia. Acredito que o avanço e os recursos que são oferecidos atualmente auxiliam muito, em diversos aspectos e, a muitas pessoas, como no meu caso, estudante do curso de pedagogia da UFRGS.
Fico conectada muitas horas, realizando atividades e postando em ambiente virtual, porém, se não fosse pela oportunidade de ter ingressado nesta universidade, talvez o sonho da graduação não fosse possível, pois trabalhando 40 horas semanais, cursar uma faculdade presencial seria complicado.
         Pesquisas revelam que a graduação à distância é vista por muitos como de má qualidade, porém, quem realiza, sabe o quanto é difícil conciliar vida pessoal, trabalho e estudo, pois são muitas horas dispensadas à universidade e a realização de atividades muitas, o compromisso e a dedicação de um estudante EAD é muito grande.
         Neste momento da minha vida, agradeço toda a conquista e avanço que a tecnologia atingiu, porém, precisamos estar atentos ao que nos toma tempo e não contribui de forma significativa para o desenvolvimento ou crescimento, seja no campo pessoal ou profissional.
As opções são variadas, crianças, adolescentes e adultos podem ficar horas navegando por sites e se divertindo na internet, no mundo virtual pode-se aprender muitas coisas, contudo, penso que socialização, interação e o contato não podem ser deixados de lado, existem valores que são passados e construídos a partir das relações interpessoais, principalmente familiares.



Postagem: 20/09/2015

Infâncias





Em junho de 2016, após a aula da interdisciplina de Ludicidade, realizei postagem sobre a dinâmica ocorrida na noite do encontro, na qual brincamos. Uma noite para refletir sobre nossas práticas em sala de aula, avaliar nossa metodologia, pelo menos foi assim que me senti, feliz por estar brincando com minhas colegas enquanto aprendia, construía conhecimento acerca da realidade escolar.
Penso que, se para mim foi divertido aprender brincando, me relacionar e socializar com meus colegas e professores, devo realizar atividades que proporcionem esse sentimento aos meus alunos, pois brincando também se aprende, e muito. Ao brincar, a criança desperta sua vontade em querer aprender, acontece à interação, aguça a curiosidade em construir sua aprendizagem. Entendo que nós, professores, necessitamos desse incentivo, assim como aconteceu nesta aula, para que não deixemos adormecidos à criança que existe em nós.
Ao compartilharmos dessas experiências, trocando e interagindo, nos colocamos no lugar do outro, entendemos suas angústias, partilhamos de suas ansiedades e compreendemos suas inquietudes. Somente através do contato e da socialização é que podemos entender e auxiliar de maneira significativa nossos alunos, para que se tornem verdadeiros construtores de seu conhecimento, para que nas aulas, não sejam apenas ouvintes, e sim participantes, que as aulas sejam laboratórios, que os alunos possam ser ativos nesse processo da busca pelo aprender e construir.




14/06/2016

Alfabetização, Literatura Infanto Juvenil, Ludicidade e Educação







Em maio de 2016, minha postagem falava sobre o “diferente”, uma das atividades da interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil, o texto de Rosa Maria Hessel Silveira: Olhares sobre Personagens “Diferentes”, na qual o assunto a ser debatido era o convívio com os outros, às diferenças, alteridade, anormalidade, diversidade e identidade. Revisitando a postagem, lembro-me da leitura, importante material de reflexão, tema que continua a ser abordado e discutido em nossas escolas e salas de aula. Trabalhar com o “diferente”, na maioria das vezes não é tarefa fácil, pois as barreiras e dificuldades encontradas ainda são presentes em nossa rotina.
O convívio, aceitação das famílias, organização escolar e atendimento especializado aos alunos que necessitam de apoio são questões que precisam ser avaliadas de forma especial, com urgência e cuidado. Porém, sabemos que na maioria das vezes, não podemos contar prontamente com o apoio que se faz necessário. As famílias, quando comparecem à escola, relutam em aceitar a fala dos professores, que buscam o melhor para seus filhos, pois a orientação e o possível início de um tratamento, quando trabalhados no tempo certo, contribuem de forma significativa para o sucesso escolar do aluno, além da barreira que se rompe quando acontece à aceitação ao “diferente”.   
Revisitando a postagem, afirmo que as leituras são imprescindíveis e, me fazem pensar de forma significativa em tudo o que foi discutido até o momento do curso, especialmente nesta situação, em que o convívio e aceitação ao “diferente” são presentes em nossa sociedade.


Postagem: 22/05/2016 
       
Libras, literatura infanto juvenil






Significado do Portfólio

Em agosto de 2015, escrevi sobre o portfólio e a importância de nossas reflexões e desenvolvimento da escrita, que no início, para mim, era bastante complicado, porém, deste período da postagem até agora, entendo que é ferramenta fundamental para o processo, auxiliando na construção da escrita para o texto do workshop de avaliação, bem como, facilitando nossa busca para exemplificar o que foi trabalhado com os alunos no decorrer do semestre, podendo utilizar a escrita que foi previamente construída a partir de momentos significativos para a construção da aprendizagem no decorrer do curso.
Com as postagens realizadas neste ambiente, temos a oportunidade de trocar nossas ideias e reflexões com os demais colegas, tecendo rede de aprendizagem, compartilhando saberes e colocando em prática a teoria vista em nossos estudos, debates em fóruns e realização de diversas atividades que orientam e estimulam nossa docência para a construção de um ambiente em sala de aula onde os alunos tenham oportunidades, sejam os protagonistas, construtores de seu conhecimento e sua aprendizagem.
Entendo que esse compromisso com o blog é de suma importância, hoje, tem papel fundamental, como nesta atividade que foi sugerida: resgatar as postagens de construções realizadas no início do curso. Revisitar o blog é poder avaliar o quanto temos aprendido e construído no decorrer desta caminhada, o quanto crescemos, aprendemos e o quanto ainda podemos construir, pois o semestre seguinte nos espera com grandes descobertas, as construções continuam...



Postagem: 31/08/2015

Seminário integrador 2